sexta-feira, abril 27, 2007

Tunak Tunak Tun !!

Escrevemos o que pensamos...nao fazemos o que escrevemos!

Porque é que existe uma discrepância tão grande entre o que pensamos e escrevemos e o que fazemos depois na realidade? Porque é que somos impelidos pelo amor, amizade, fraternidade, salvação do mundo, liberdade e glorificação para todos e depois...na realidade mascaramo-nos de outra forma e entramos num palco falso? Aqui somos a personificação dos seres lindos, especiais, fantasticos, o que escrevemos é na realidade lindo e sábio em muitas vertentes. Mas...se na realidade o que escrevemos é o que pensamos e desejamos, porque lá fora agimos de forma completamente diferente?
Porque é que as pessoas se amarram a si próprias? Cria-se uma vidas de fachada. Sentimentos fantoches, como que marionetas que andam ao vento do que a sociedade ou os receios nos impedem de fazer. Tenho a certeza que vai haver um dia que a soberena liberdade do que escrevemos conseguiremos transpor lá para fora. Porque somos donos do nosso caracter, da nossa alma. Se algum alguém te disser que não és dono da tua verdade...que nao és dono da tua liberdade, que nao és dono da tua verdade e tolerância...diz-lhe que está errado...porque tu, na tua vida, na tua alma, no teu coração, és tudo menos uma marionete dos outros.
Bruno fernandes

Imcompreendidos...mas felizes como somos.

Não existe forma nenhuma, nem soluções mágicas do ser humano muitas vezes compreender o outro. Muitas vezes em vez de distinguirmos, abraçarmos, glorificarmos as virtudes nos outros, optamos sempre por encontrar, dizer, apontar os pontos que podem magoar. Optamos sempre pela critica, somos muitas vezes tomados pelas frustrações, somos muitas vezes assaltados por uma vingança especulativa, gostamos de injectar...more pain. È tão fácil e esta-nos na ponta da lingua, o facto de rapidamente e em segundos conseguirmos ser mais incisivos, quando se trata de explanar quando nao concordamos, quando nao gostamos e quando temos vontade ainda que muitas vezes de forma indirecta de magoar os outros.
Muitas vezes quem é capaz em prol dos outros de fazer muitas coisas acaba sempre por se esquecer de si mesmo. Na verdade cada um gosta de ter o seu cantinho de protagonismo. Explanar as suas ideias, como aqui num Blog, como atraves da poesia,enfim...da escrita em si. Todos nós puxamos os louros dos ideais e ideias para nós. Cada um acredita com uma forte convicção, que é justo, seguro de si e que o caminho que percorre é o certo para si. Na nossa pequenez interior, muitas vezes não somos entendidos ou compreendidos.Continuo a pensar na velha máxima que dizia Oscar Wild " Pouca sinceridade é uma coisa perigosa, e muita sinceridade é absolutamente fatal."
Neste ponto principal concordo em absoluto com ele. Quando somos demasiados sinceros abrimos na verdade as portas da alma. E isso muitas vezes é absolutamente e inequivocamente fatal. Agora discernindo em paz acredito que na verdade , a imcompreensão vem da absoluta ignorância das pessoas que ao não revelarem sensatez suficiente, acreditam que no seu caminho, absoluto existem apenas eles. Não temos de ser compreendidos nas nossas ideias.Não temos de ser compreendidos nos nossos ideais...temos isso sim, mesmo imcompreendidos de nos sentirmos felizes da forma que somos e da construçao do caracter, da experiencia de vida, da humildade e dos esforços em que nos redobramos, para mostrar aos outros que existe mais do que um caminho.
Não somos vendedores de sonhos, nem de ideais. Mas acredito plenamente numa ideia básica que levarei sempre comigo, que de facto a construção do nosso caminho pode e deve ser recheada de ruas, ruelas,pontes e traçados de todas as formas e feitios. Para mim, nunca existiu, nem nunca existirá um único caminho, por onde eu tenha que andar , por onde tenha de abdicar do que sou em prol daquilo que devo ser pelos outros.Muito pelo contrario, lutarei sim, por aquilo, que os outros são para mim, em prol daquilo que eu poderei ser sempre para eles.
Hoje em dia faz-me e continuará sempre a fazer uma confusão tremenda, as pessoas não lutarem pela sua propria liberdade. Confudem incessantemente liberdade com subvertência. Na humanidade as sociedades souberem da existência de um Deus. Então...nas suas sociedades, paises, continentes, criaram os seus deuses, para que não houvesse apenas um. Criaram para que as pessoas os adorassem. Privaram as pessoas de acreditar na sua propria dignidade e liberdade de expressão. Ao criarem os deuses, criaram pessoas que lhes transmitissem a palavra desse mesmo Deus.
E quem não aceitasse e nao acreditasse em muitos casos era morto e perseguido. Depois, vieram os saudosos tempos das descobertas. Fomos e foram para continentes Africanos, sul americanos e viram que ali existiam pessoas de outra cor que nao a nossa. Então decidiram que não sendo da mesma cor que nós, deveriamos privar essas pessoas da sua propria liberdade. Então...criaram-se os escravos.Depois foram os politicos que necessitavam de chamar para si toda a sua atençaõ, então...para serem ouvidos, amados e abraçados, encheram-nos com as suas promessas fantasticas e embebedaram-nos com as suas palavras de sonhos e realidades utópicas.
Votamos, acreditamos e fomos levados a abdicar do nosso sonho em prol da palavra corrompida e vestida de lobo em pele de cordeiro. Depois decidimos que não bastava apenas termos e sermos donos de um país apenas. Queríamos o mundo. Então..fomos por aí fora numa matança incrivel de conquistas e privações de outros povos á sua liberdade. No meio disto tudo e nestas privações de liberdade, de muitos serem imcompreendidos, ainda há as disputas de amor e amizade. Onde no seguimento de uma linha imposta como que por um chip de computador, interessa seguir os passos do que é melhor a cada um.
Na verdade, na luta pela conquista, no desenfreado enredo pelo que desejamos e queremos continuamos a ser uns autênticos animais sedentos de ter e possuir. Continuamos a privar os outros , na ânsia de possuir, de vir a ter; continuamos na luta da privação da liberdade dos outros. Simplesmente porque ninguém na sua grande maioria , não aprendeu de facto e na realidade que ao sermos livres, que ao sermos abertos, estamos de facto a dar a total liberdade a todos os outros, de por um minuto olharem para si mesmo e pensarem: De facto...o que sou eu?
Imcompreendido sim...mas feliz como sou.

segunda-feira, abril 23, 2007

Aprendam,renovem-se e Lutem!

Faz da tua alma um diamante. Por cada novo golpe uma nova face, para que um dia ela seja toda luminosa.

Bruno

terça-feira, abril 17, 2007

Deem Um tiro no Noddy!!


Pois é...EU NAO AGUENTO MAIS O RAIO DO BONECO! È a criançada toda "Noddy para aqui, Noddy para ali". Isto no meu tempo nao havia disto! Onde é que já se viu um boneco todo Jolie e até com carro!! Ainda por cima o raio do boneco tem uma voz toda amaricada! Ou muito me engano ou os putos de hoje serão os gays de amanhã! No meu tempo tal como no vosso....puto que era puto andava com o HE-MAN na mão direita e o SKELATOR na mão esquerda! Mas o que é isto? A toda a hora a passar " Abram alas ao noddy" ...Abram alas sim...para se por a milhas!!
Vai de reto!!! Juro...nao aguento mais! Logo pela manhã no andar de baixo, há um casal que tem dois filhos. Os dois sao putos ( rapazinhos) taditos...vão dar em gays..mas isso nao interessa. O que acontece é que colocam a Tv tao alta que a musica de abertura do Noddy é o meu despertador!!! E eu como já sou passado da carola, mais passado fico!! Mas é necessário fazer um abaixo assinado?
A minha menina é fã do noddy, mas tenho a certeza que por ser fã dele ela não vai dar em gay concerteza! Aliás as miudas tem um carinho especial pelos gays!lol. Enfim. Eu já ando enjoado. Não me sinto bem e já á noite em vez de contar carneirinhos já conto: " Um Noddy, dois Noddys, tres noddys" e eu nao posso mais com o raio do boneco! A questão está: Se dermos um tiro no Noddy...ele volta?
Porra...Ponham os miudos a Ver a Vila Faia!

segunda-feira, abril 16, 2007

Gato fedorento..Parodia do Aborto

Damien Rice....linda...a musica...obvio!

Até que ponto aguentamos?


Uma das coisas com que me tenho debatido mais dentro de mim é o facto de tentar entender e dái , perceber também até que ponto somos realmente fortes para aguentarmos as batidas da vida e por conseguinte não nos deixarmos cair em desgraça! Na realidade existem muitas pessoas que aguentam anos a fio (entre bons momentos realtivos e alguma felicidade momentanea) uma chuva de maus momentos. Tal como o filme português " Coisa Ruim"; Tambem nós em muitas partes divididas entre os anos que temos como seres viventes, vivenciamos "coisas ruins". Uns melhores do que outros vão tentando ultrapassar. E uns melhores do que outros tem apoios suficientes, para conseguirem ficarem estabilizados como pessoas.


Costuma-se dizer que um mal nunca vem só.No meu caso e não querendo fazer aqui o papel de coitadinho...o que de facto sucede é que a turbulência na minha vida tem sido praticamente incessante. Ora muda para aqui, ora muda para ali, ora acaba aqui, ora começa ali. Tem sido uma roda viva, de maus momentos, de más noticas, de alguns momentos de lazer que em nada fazem esquecer tudo o que nos passa á frente. Muitas vezes a vontade é de fugir. De sair daqui, do nosso pedaço de terra e começar de novo em outro lado. Não é de forma nenhuma fugir, direi antes que é uma benção e por direito próprio estabelecer para nós uma forma de vida totalmente diferente. Amarrados ás estratégias de sempre e amarrados á nossa própria consciência, vamos sempre adiando o nosso futuro. Porque de facto pensamos que "tudo de bom virá".


Muito do facto de não termos uma vida sossegada não parte só dos outros. Não temos uma vida sossegada nas relações, não temos na vida familiar,não temos no trabalho, não temos com os amigos. Muitas vezes acho que muita gente age de má fé. Pareçe-me que nao tem a percepção efectiva da vida dos outros, do corropio que ás vezes temos. Às vezes já andamos tão nervosos, tão cabisbaixos com tanta coisa e muitas das vezes ainda nos caem em cima com esta e aquela cobrança.Mas até que ponto as pessoas nos preservam? Até que ponto cada um pára no seu devido tempo e tenta entender a parte do outro?
Diagnosticamos muitas vezes nos outros como parte de um problema , sem que antes tentemos discernir em consciência que muitas vezes somos nós esse mesmo problema. Cada um em certa medida tenta tomar para si os louros da razão e da côerência. Desabilitamo-nos da real verdade em torno de razões falsas para pregarmos como um pastor o lado da nossa versão. Somos humanos e nesse sentido queremos ter um certo vislumbre e reconhecimento por parte de quem olha para nós. Todos queremos ser merecedores de boas novas, de razão em consonância com a nossa consciência. Queremos mostrar a um e a todos o nosso lado. Mas teimosamente não entendemos e percebemos que somos nós os culpados da nossa ignorância.


Lutamos para requerer aos sete cantos do mundo uma independência solitária. Uma paz que muitas vezes é pré fabricada. Construida sobre alicerces intuitivos como quem quer requerer o seu paraiso dentro de si mesmo. Não nos deixam respirar porque muitas vezes a ânsia de tentar ajudar ...acaba por indubidavelmente fazer-nos apenas mal. As pessoas agem em muitos casos de forma apressada. Apressados nas palavras, apressados nos julgamentos da razão e acima de tudo apressados em fazer o bem. O bem nao precisa de pressa. Necessitamos é que o bem seja feito de forma coerente. E coerente e em prol de alguém ou algo é complicado. Porque no bem também julgamos. Uns dias somos fantásticos e todos nos adoram , mas á minima recaída, ou minimo lapso somos julgados como um bruxo na fogueira inquisidora.


Ninguem se lembra muitas vezes da vida de cada um. Da história de vida que temos. Ninguem se lembra muitas vezes da forma que agimos e somos levados a agir. Porque as pessoas lembram-se apenas do momento. Muitas vezes é isso que interessa. O momento. E é nos momentos que somos julgados. È nos momentos que nos atiram a corda ao pescoço e com isso colocam-nos em frente do tribunal da verdade. Encaramos por diversas vezes os julgamentos que muita gente do alto da sua profunda ignorância nos colocam. Todos nos dizem " Eu conheço-te". Conhecem-me? Não...não conhecem! Não conhecem profundamente a historia, os momentos, não conhecem a dor profunda, não conhecem a criança ou o menino. Conheçem partes daquilo que somos. Mas o nosso intimo. Os pensamentos que temos, a historia de vida, cada segundo, cada dia após dia, cada mes e ano....não conhecem.Olham para nós muitas vezes e traçam-nos o perfil de louco ou desmiolado. Não entendem porque somos e como somos.


Todos temos uma história de vida. Uns nao tem muito para contar.Outros passam por tempos conturbados seguidos de uma calma e segurança que se mantem durante anos. Outros são perseguidos sistematicamente pelo passado. Outros ainda não conseguem desatar o nó da sua propria prisão.


Mas até que ponto aguentamos a pressão? Até que ponto conseguimos manter a nossa sanidade mental? A forma como nos damos com os outros. Os inumeros problemas que temos de resolver? Até que ponto existem realmente pessoas que nos ajudam e preservam e existem aqueles que sistematicamente nos caem em cima?Ninguém sabe na verdade conviver de mãos dadas com a paz. A paz é apenas uma utupia generalizada pelas consciências demagogas. Se realmente todos queremos ter paz, alegria, saber estar, saber discernir cada momento com calma, se realmente todos queremos amor, partilha, amizade e acima de tudo viver num cordão de felicidade...porque é que todos os dias, nos momentos que existem a percepção entre nós e outros, de nós para nós e dos outros para nós é sempre cortada?

Mas até que ponto aguentamos? Até que ponto a inutilidade da consciência humana nos diversos momentos não se recicla e se transforma em ambundante intiligência. O que faz de nós pessoas livres,pessoas especiais na verdade e autenticos hérois em diversos momentos é hoje estarmos aqui e e poder dizer , que continuamos a aguentar. Aqui estamos, cada um com a sua escrita, com a sua forma de pensar, com as suas ideias, com os seus credos e crenças. O que é importante salientar é que existe apenas um barco e esse barco somos nós.
O que se pede e nao se exige , o que se quer e não se tem muitas vezes é que eu tal como vocês , saibam na verdade que para haver paz , para haver bom senso, para haver cordialidade, humanização temos de realmente ser diferentes. E sermos diferentes é sabermo-nos mostrar tal qual como somos. E nesse ponto quem nos vê, quem nos sente e tenta entender que saiba mostrar sensibilidade, afecto e carinho. Por o que somos, pelo que passamos e por tudo o que ainda podemos conquistar. O que se pede não é palavras vãs. Não é o julgamento diário das nossas acções que muitas vezes tem uma razão de ser de estar e existir. O que se pede é tratamento racional e não egoista.
Que as pessoas entendam que não somos de ferro, que não somos robots e que acima de tudo todos temos um tempo limitado ou não na terra. Que saber preservar cada pessoa, que saber entender cada espaço e cada momento é uma mais valia para uma humanização estritamente necessária entre todos.Até que ponto aguentamos...é uma questão que cada um deve em abono da verdade tentar perceber na sua devida proporção.Até que ponto aguentamos...depende do coração daqueles que entendem e percebem que nem todos aguentamos até ao fim. E cabe miseravelmente ao humano fazer e estabelecer laços e parametros de liberdade e amor, para com aqueles que necessitam na verdade de acompanhamento e carinho. Sem olharmos como todos olhamos apenas para os nossos momentos. A nossa vida, a nossa felicidade. Até que ponto aguentamos..depende da visão que cada um tem para a sua vida.
Não sermos egoistas, sabermos que com humildade e reconhecimento da nossa vida e problemas afectos a ela, podemos sem duvida tentar minimizar tudo o que passamos e aguentamos. Sermos fortes nao basta para estarmos vivos. Precisamos de fé e transparência. Precisamos de acreditar que que só podemos ter o bem e fazer o bem se as pessoas cada vez mais nao pensarem apenas na sua vida. Hoje precisamos nós...outras vocês...e ainda outras vezes outros tantos. Mas hoje também vivemos um pouco na base do "Salvo-me eu porque tou sem tempo para ti". Queremos todos e hoje noto cada vez mais isso ter uma fé interior egoista.
Passamos tanto por uma panóplia de coisas que o desespero leva-nos muitas vezes a pensar apenas em nós. Eu quero ter amor, eu quero ser feliz, eu quero viver uma vida descansada. Não nos podem acusar de ser egpoistas. Porque na verdade todos somos egoistas. Cada um é um ser diferente de outro. Mas...em razão vos digo que em nada de egoismos podemos ser formalmente acusados.Será mal pedir a nossa felicidade? Será mau pedir amor para nós? Carinho para nós? Será mau quando estamos sozinhos falar em prol de nós? Nós não somos egoistas. O problema é que muitos não sabem dividir. Temos medo que o nosso tempo chegue depressa e depressa nos apressamos a pedir ao alto tudo de bom o que podemos e asiamos ter. È necessário e eu estou em crer nisso que ás vezes precisamos mesmo de passar por diversas dificuldades e extremos na nossa vida. Provavelmente em outra vida fui um bonacheirão que nada entendia de amor, de carinho, de verdade ou justiça.
E provávelmente a aprendizagem que estou a levar desde o inicio de vida, apesar de ser de uma extrema "violência" de informaçao e factos, fez-me e e torna-me sem medo de o dizer de facto numa pessoa que se sente especial. Especial para mim e provavelmente para alguns que me conheçem. Fazem-me sentir diferente. Consegui ao longo dos anos motivar o meu coração, perceber o que era dor, enfraquecimento, dar e receber amor. Errei, caí, levantei-me e aguentei muita coisa. Por isso mesmo e por ter vivenciado tanta, mas tanta coisa, sei que com justiça e uma visão bem diferente dos outros, consigo sempre ter esperança e acalentar o melhor para mim e para quem me possa rodear. Por isso mesmo nunca ninguem me poderá acusar de falta de ajuda ao proximo. Mesmo tendo sido em muitos momentos mal compreendido e ás vezes de continuar a ser, tenho aguentado. Para quem me conheçe ...está sempre tudo bem. Deixo sempre para as pessoas a experiencia que a vida lhes há-de dár. Porque tambem eu assim o fui obrigado a vivenciar.


Não preciso de ser injusto. Normalmente quando são injustos comigo tenho por norma dizer para mim que o tempo encarrega-se de mostrar quem é ou não é justo na sua devida proporçao e timing de aprendizagem.


Hoje pergunto-me até que ponto aguentamos na verdade tanta coisa e mesmo assim continuamos numa linha de racionalidade onde tentamos gerir sempre a melhor forma de continuar a ajudar e ao mesmo tempo perseguir a felicidade de que todos precisamos. Hoje...tanto como ontem...precisamos de todos, tal como todos precisam de nós. Basta sermos verdadeiros e não ignorantes. Basta sermos justos e nao injustos. Basta pensarmos e não humilharmos. È simples melhorar, porque somos nós que temos esse dom de poder ser melhores. Costumamos ter na ideia que naõ podemos ser melhor que outros ou que outros nao são melhores que nós. Isso é de facto uma ideia errada. Porque não posso dizer que um Hitler não era melhor do que eu , ou eu dele. Não posso afirmar ou dizer humildemente debaixo de uma franqueza mentirosa que um Dalai Lama nao é melhor do que eu. Não posso dizer que eu ou Jesus Cristo estamos no mesmo barco e que ele nao é melhor do que eu! È pura mentira!
È não sabermos discernir realmente as coisas. Sim...existem pessoas melhor do que nós! È um facto! Se fossemos todos bons ninguem mudaria de vida. Ninguem mudaria de trabalhos ou relações! E porque? Porque todos procuramos o melhor! E eu gosto de me sentir uma pessoa especial porque luto por se-lo. E porque sei que em relação a tanta corja eu o sou! Não quero chegar ao limite exacerbado de me sentir especial para dizer que eu sou ou eu tenho! Porque nunca fui assim! Eu quero aprender! Quero mais para mim!
Porque só assim poderei ajudar mais. Poderei dar mais o meu contributo. Só assim ganharei mais amor, mais justiça dentro de mim! Ghandi, Jesus Cristo, Malcom X, Martin Luther King...entre outros tentaram dar tudo o que de melhor tinham dentro da sua propria convicção e acima de tudo amor. De alguma forma eram e continuam a ser pessoas especiais. Tambem eles passaram diferencialmente uns dos outros por situações de vida enormes. Foram expoliados, gozados, ludibriados, injustiçados. Mas...lutaram, nao desistiram e ganharam na historia por direito próprio o seu nome. Hoje aqui e ali de certa forma e apesar de pensarmos por nós, nao deixamos de facto de seguir algumas mensagens e ensinamentos que nos foram deixados por eles como por outros. Ser melhor também é um dom. È necessário haver pessoas diferentes e pessoas especiais. Ninguem acreditava que Jesus cristo era de facto especial e ele era. E era acima de tudo...um Humano como nós. Que nao restem duvidas! Muitas pessoas ao longo dos anos fizeram-me acreditar e sentir-me especial. Quando nos perguntam se fiz algo de especial na vida, se ajudei alguem, se fiz o bem por alguém, se fui justo, se aconselhei, se me prontifiquei...a resposta é sim! Fiz tanto o bem como fiz o mal. Ninguém está livre apenas pela verdade. Mas ninguém é morto apenas pela mentira.
Não deixamos de ser quem somos e como somos se dentro de nós não sentirmos que na realidade temos tantas potencialidades dentro de nós. E que podemos na realidade acrescentar mais. Na verdade se nao nos sentirmos especiais e de certa forma justos o caminho entao a percorrer será longo. Nada é impossivel no que diz respeito a nós como humanos. Mas temos de acreditar que aguentamos. Muito rapidamente e em muitas circunstâncias consegui levantar-me de novo e caminhar. Houve momentos na minha vida em que fui de uma bondade grande e em que fui um autêntico egoista para com quem me rodeava. Mas esses momentos deram-me o discernimento necessário para entender melhor as coisas. O funcionamento do amor, das pessoas, a inter-ajuda que tento manter. È fácil se as pessoas perceberam que podemos viver para todos...porque se assim for mais facil fica de nos ajudarmos uns aos outros. Se vivermos apenas numa cabana com as nossas coisinhas e com a ideia do " È meu...meu e só meu"...entao estamos condenados ao fracasso de nao evoluirmos as mentes....


E aí..ate que ponto aguentaremos mesmo?
Bruno Fernande

sexta-feira, abril 13, 2007

Eu vi....porque eu realmente sei que vi!!


Eu vi...porque realmente sei o que vi. Eu sei...porque realmente senti o que vi.No entanto há sempre tanta coisa que nos passa ao lado. Conseguimos muitas vezes ser tremendamente egoistas na vida. No nosso seio familiar conseguimos ajudar as pessoas, ser amaveis, conselheiros e de certa forma disponiveis conforme as circunstâncias para prestar ajuda. No entanto, olhamos para a televisão e temos pena das pessoas mais necessitadas, aqueles meninos que choram, aquelas pessoas que fogem da guerra, aqueles que estão ás portas da morte sem ajuda nenhuma. Sem medicamentos, sem forças , sem um amigo, sem um ombro. E nós no meio de tanta fé em Deus, tantas religiões existentes, tantas promessas de melhoramento como pessoas, como humanos e de promessas feitas de aos 4 cntos do mundo...continuamos sentadinhos.



Passamos na rua e mesmo ali perto de nós é como se essas mesmas pessoas estivessem lá em Àfrica. Em frente a uma televisão dizemos..." Possa...se pudesse ajudava estas pessoas..." mas no entanto quando passamos ao lado delas e estas se aproximam ...o mais natural é pensar ..." Sai daqui Freak...não tenho nada.." e depois entramos num restaurante puxamos da nossa nota de 5/10 euros e comemos um belo bife, com arrozinho, batatinha, o nosso sumo e uma bela sobremesa. E voltamos a sair do café ou restaurante e lá está essa pessoa que nos estende a mão e da mesma forma como Pedro negou Jesus 3 vezes , voltamos nós a pensar ..." Sai daqui Freak...nao tenho nada."


Eu vi...porque realmente sei o que vi! Como vocês todos tem olhos de ver. Coração para sentir. Mas teimamos todos em viver a nossa vidinha , em que achamos que para ser felizes o que importa é apenas o nosso meio. A nossa estrutura. Aquela que nao pode desabar. De resto ou o resto que se foda! Porque realmente temos todos uma mente decréptica em relação ao mundo. Somos pessoas de mente mesquinha e fechada! Depois pensamos todos que somos melhores que todos e descobrimos a luz no nosso coraçao...


Eu vi...porque realmente sei o que vi...mas também..nada fiz! E ali no palco da vida...continuamos....
Sozinhos....



Bruno Fernandes

Sabedoria...

Lao Tsé, sábio chinês, dizia …


“A razão por que os rios e mares recebem a homenagem de centenas de córregos das montanhas é que eles se acham abaixo dos últimos. Deste modo podem reinar sobre todos os córregos das montanhas. Por isso, o sábio, desejando pairar acima dos homens, coloca-se abaixo deles; desejando estar adiante deles, coloca-se atrás dos mesmos. Assim, não obstante o seu posto ser acima dos homens, eles não sentem o seu peso; apesar do seu lugar ser adiante deles, não consideram isto uma ofensa”.

quinta-feira, abril 12, 2007

Um Azar nunca vem só...


È verdade amigos! Um azr nunca vem só! Na verdade tras sempre a companhia de alguém. Quando somos ricos...tudo nos corre bem. Mas...o pior é que quando somos pobres tudo nos corre mesmo mal. Pronto...hoje nao há testamentos em relação a escrita!
Bruno