sábado, junho 23, 2007
segunda-feira, junho 18, 2007
DESCONHEÇO POR COMPLETO...
Olá a todos. Durante a semana estive a fazer contas á vida. Coisa que naturalmente eu tanto quanto vocês o fazem, assim como milhares de outras pessoas. Mas as minhas contas não foram apenas financeiras. Não no sentido do que posso ou nao gastar, a quem posso ou nao ajudar, e de que forma fazer para ter algum dinheiro e poder financeiro. È complicado poder gerir as coisas quando estamos sozinhos e quando há sempre muita coisa a fazer. Mas naturalmente uns mais do que outros e mediante o seu posto profissional e a forma como aprendem a gerir as coisas, até o fazem muito bem. Tudo depende sempre de um conjunto inumero de factores para que a nossa vida nos corra bem. Mas...de certa forma não nos podemos queixar de tudo o que se passa á nossa volta. Temos de ser justos e aprender a assimilar a tal frase de que: " Cada um tem o que mereçe". Podemos sempre e temos caminhos que nos levam a poder fazer e determinar as escolhas que desejamos e queremos para a nossa vida. Nada é fácil. Este fim de semana também me apercebi que mesmo que queira melhorar a minha vida estou limitado pelos outros. Se quiser um part time é complicado ter porque vou influenciar a vida de alguém. Quer dizer...poder podemos sempre fazer tudo. Mas a questão é se realmente temos de começar a olhar mais para nós e para o que necessitamos ou continuar sem grandes meios a viver a ilusão de que podemos vir a ter. A grande questão e que de certa forma me absorve é : Por onde posso dar a volta sem estragar os horarios e a vida dos outros, por onde posso arranjar tempo para estar com a minha filha e como o posso fazer de forma a que eu tenha para mim? Gerir tudo isto é complicado. Vejo-me com 31 anos e ainda muito por fazer na minha vida. Não ando nada feliz com o trabalho até porque as pessoas pensam apenas em nome do profissionalismo. Cada vez mais a exigência do trabalho é algo que todos olham com uma certa gula. O poder do dinheiro faz crescer água na boca a todos. O querer ter, o querer possuir é algo que tambem a mim passa pela cabeça. Só que não podemos dissociar o trabalho da vida familiar ou a nossa propria vida e os nossos problemas. Sempre ouvi não só para mim como para outros colegas a célebre frase arrogante e que revela uma prepotência extrema de que: " Não tenho nada a ver com os seus problemas ou vida pessoal". Ninguém se sente bem a ouvir determinados tipo de comentários que em nada são abonatórios. Concordo em parte e mediante o contexto que obviamente a nossa vida a nós pertence. Mas julgo que poderia e deveria haver mais humanização e compreenção em relação a tudo. È muito fácil substituir alguem no trabalho. È fácil despedir alguém, é facil demais mandar um pontapé a alguém. Nunca é fácil substituir um pai ou uma mãe. Isso nao se substitui. Quando temos dinheiro e poder, quando temos a nossa cabeça livre de problemas todos nos batem nas costas e dizem " Mas que grande profissional" almoços todos juntos, jantamos todos juntos, vamos a festas e a nossa cabeça trabalha bem melhor em tudo. Dificil é quando pouco temos e de tudo precisamos.Aí a resposta é que não prestamos ou que não sabemos fazer isto ou aquilo. Imcompetentes talvez seja a palavra certa. As pessoas não sendo obrigadas a conhecer a nossa vida...desconheçem por completo tudo. Lembro-me que na escola quando entravamos nas nossas primeiras aulas, falavamos um pouco de nós, do que desejavamos e o que queriamos para o futuro. Era uma forma de nos darmos a conhecer e todos os dias havia a preocupaçao do professor em dar as aulas mas tambem estar ali para nos ouvir e encaminhar da melhor forma. Hoje crescemos e as evidências, a pressão é tão grande que o que todos querem é Trabalho e resultados. A ganância exacerbada de termos para nós tudo e amealharmos para os nossos bolsos tudo o que possa vir é estonteante. Noto nas pessoas um gozo enorme em ter grandes carros, excelentes roupas e possuir um certo glamour que os enche de luz. Mas é uma luz podre. È dificil perceber as pessoas. Mas não entendo quando olham para nós e dizem do alto do seu pedestal " Vira-te sozinho". Pensei muito durante a semana, em prós e contras do que posso ou não tentar. Na verdade sinto-me um pouco perdido nas ideias. Até porque não sei qual é o passo correcto a dar. Há anos atrás sentia-me mais seguro e bem mais calmo, mesmo apesar de um ou outro problema que poderia ter.Hoje tudo é muito mais complicado para mim. Hoje quero uma coisa, amanha ja quero outra. Hoje quero ir para ali...amanha já quero ficar aqui. Hoje tenho tudo e amanha nao tenho nada. Não existe um caminho ainda seguro que eu possa caminhar de livre e espontanea vontade porque existe sempre alguem nos ouvidos a dizer-me algo. Ás vezes gostava de ser surdo e estar mesmo sozinho no meu mundo. Sem amigos, sem familia, sem ninguém. Ser egoista por uns momentos e pensar apenas no silencio de mim mesmo , sem ter de pensar em toda a gente. Aliás é facil eu fazer as minhas escolhas. O mais dificil é que existem pessoas que me fazem parar nessas escolhas. Não posso simplesmente ultrapassar essas barreiras de olhos fechados. Ás vezes penso que : " ok...estou limitado por A, B ou C" mas essa limitação é uma limitação imprópria. Todas as vezes que fui em prol das outras pessoas, todas as vezes que pensei nos outros , os outros tramaram-me. Não sou santo e como tal ás vezes percebo as reacções das pessoas. Não me esquivo ás minhas deficiências na vida. Mas...todos escolhem os seus passos e não olham para trás. Porque a vida é deles e porque a escolha é deles. E fazem-no muitas vezes sem o pensar.
Bom..eu vou continuar a pensar no que é melhor para mim...nunca esquecendo os outros...esse sim é o meu grande mal...não ser mesmo egoista. Bruno
quinta-feira, junho 14, 2007
Pensem...
Já recebi uns 15 a 20 emails com um apelo e fotos da menina Madeleine
McCann. Eu tive-os em consideração, e se vir a menina ou mesmo alguem
parecido avisarei logo as autoridades.
McCann. Eu tive-os em consideração, e se vir a menina ou mesmo alguem
parecido avisarei logo as autoridades.
Já recebi meia duzia de SMS's com apelos para repassar a mensagem a fim de
todos darmos força no sentido de a menina ser encontrada. Não repassei
porque não quero contribuir para a mama das operadoras telefonicas, mas
peço a Deus que a menina apareça, salva e sã.
Mas.... (desculpem-me) eu gostaria de vos dar uma informação, e a seguir
fazer-vos umas perguntas:
- No ano de 2006 desapareceram em Portugal 31 crianças. Felizmente 25
apareceram.. mas falta aparecerem ou serem encontradas 6.
1ª pergunta: Sabias isto?
2ª pergunta: Sabes o nome dos meninos que falta aparecer ou serem
encontrados?
3ª pergunta: Alguma vez viste a foto deles?
4ª pergunta: Leste acerca do seu desaparecimento nalgum jornal?
5ª pergunta: Algum telejornal (que tu tivesses visto) dedicou 45 minutos
diários ao desaparecimento dalgum destes meninos?
6ª pergunta: Algum jornalista foi enviado para a terra desses meninos para
entrevistar população e pároco local?
7ª pergunta: Quantos GNR's andariam (ou andarão???) à procura desses
meninos? 100 ? 150 ?...zero ?
8ª pergunta: A Policia Maritima e eventualmente o SEF andariam em busca
desses meninos ? Quantos agentes teriam disponibilizado?
9ª pergunta: Achas que esses meninos foram procurados com o mesmo afinco e
vigor com que está a ser procurada a Madeleine?
10ª pergunta: Recebeste e/ou repassaste algum e.mail/sms com apelos acerca
desses meninos?
Ok, chega de perguntas..
Conclusão: Acho que o que estão a fazer pela menina Madeleine McCann (inglesa, filha de pais com um bom nivel de vida, com bons conhecimentos, com contactos uteis) está perfeito. De facto outra coisa não seria de esperar. É o dever das autoridades fazerem absolutamente tudo que esteja ao seu alcance até saberem o que aconteceu à menina.
Mas... somos todos filhos do mesmo Deus. Que haja critério igual para todos. Que seja dada igual importancia a todas as crianças que desaparecem, independentemente de serem louras ou morenas, filhos de médicos ou de
trolhas, ricos ou pobres, estrangeiros ou nacionais.
Ahh..uma notinha final..: Eu falei nos meninos desaparecidos em 2006 porque
não sei quantos já desapareceram em 2007. Tu sabes?
segunda-feira, junho 11, 2007
sexta-feira, maio 04, 2007
sexta-feira, abril 27, 2007
Escrevemos o que pensamos...nao fazemos o que escrevemos!
Porque é que existe uma discrepância tão grande entre o que pensamos e escrevemos e o que fazemos depois na realidade? Porque é que somos impelidos pelo amor, amizade, fraternidade, salvação do mundo, liberdade e glorificação para todos e depois...na realidade mascaramo-nos de outra forma e entramos num palco falso? Aqui somos a personificação dos seres lindos, especiais, fantasticos, o que escrevemos é na realidade lindo e sábio em muitas vertentes. Mas...se na realidade o que escrevemos é o que pensamos e desejamos, porque lá fora agimos de forma completamente diferente?Porque é que as pessoas se amarram a si próprias? Cria-se uma vidas de fachada. Sentimentos fantoches, como que marionetas que andam ao vento do que a sociedade ou os receios nos impedem de fazer. Tenho a certeza que vai haver um dia que a soberena liberdade do que escrevemos conseguiremos transpor lá para fora. Porque somos donos do nosso caracter, da nossa alma. Se algum alguém te disser que não és dono da tua verdade...que nao és dono da tua liberdade, que nao és dono da tua verdade e tolerância...diz-lhe que está errado...porque tu, na tua vida, na tua alma, no teu coração, és tudo menos uma marionete dos outros.
Bruno fernandes
Imcompreendidos...mas felizes como somos.
Não existe forma nenhuma, nem soluções mágicas do ser humano muitas vezes compreender o outro. Muitas vezes em vez de distinguirmos, abraçarmos, glorificarmos as virtudes nos outros, optamos sempre por encontrar, dizer, apontar os pontos que podem magoar. Optamos sempre pela critica, somos muitas vezes tomados pelas frustrações, somos muitas vezes assaltados por uma vingança especulativa, gostamos de injectar...more pain. È tão fácil e esta-nos na ponta da lingua, o facto de rapidamente e em segundos conseguirmos ser mais incisivos, quando se trata de explanar quando nao concordamos, quando nao gostamos e quando temos vontade ainda que muitas vezes de forma indirecta de magoar os outros. Muitas vezes quem é capaz em prol dos outros de fazer muitas coisas acaba sempre por se esquecer de si mesmo. Na verdade cada um gosta de ter o seu cantinho de protagonismo. Explanar as suas ideias, como aqui num Blog, como atraves da poesia,enfim...da escrita em si. Todos nós puxamos os louros dos ideais e ideias para nós. Cada um acredita com uma forte convicção, que é justo, seguro de si e que o caminho que percorre é o certo para si. Na nossa pequenez interior, muitas vezes não somos entendidos ou compreendidos.Continuo a pensar na velha máxima que dizia Oscar Wild " Pouca sinceridade é uma coisa perigosa, e muita sinceridade é absolutamente fatal."
Neste ponto principal concordo em absoluto com ele. Quando somos demasiados sinceros abrimos na verdade as portas da alma. E isso muitas vezes é absolutamente e inequivocamente fatal. Agora discernindo em paz acredito que na verdade , a imcompreensão vem da absoluta ignorância das pessoas que ao não revelarem sensatez suficiente, acreditam que no seu caminho, absoluto existem apenas eles. Não temos de ser compreendidos nas nossas ideias.Não temos de ser compreendidos nos nossos ideais...temos isso sim, mesmo imcompreendidos de nos sentirmos felizes da forma que somos e da construçao do caracter, da experiencia de vida, da humildade e dos esforços em que nos redobramos, para mostrar aos outros que existe mais do que um caminho. Não somos vendedores de sonhos, nem de ideais. Mas acredito plenamente numa ideia básica que levarei sempre comigo, que de facto a construção do nosso caminho pode e deve ser recheada de ruas, ruelas,pontes e traçados de todas as formas e feitios. Para mim, nunca existiu, nem nunca existirá um único caminho, por onde eu tenha que andar , por onde tenha de abdicar do que sou em prol daquilo que devo ser pelos outros.Muito pelo contrario, lutarei sim, por aquilo, que os outros são para mim, em prol daquilo que eu poderei ser sempre para eles.
Hoje em dia faz-me e continuará sempre a fazer uma confusão tremenda, as pessoas não lutarem pela sua propria liberdade. Confudem incessantemente liberdade com subvertência. Na humanidade as sociedades souberem da existência de um Deus. Então...nas suas sociedades, paises, continentes, criaram os seus deuses, para que não houvesse apenas um. Criaram para que as pessoas os adorassem. Privaram as pessoas de acreditar na sua propria dignidade e liberdade de expressão. Ao criarem os deuses, criaram pessoas que lhes transmitissem a palavra desse mesmo Deus. E quem não aceitasse e nao acreditasse em muitos casos era morto e perseguido. Depois, vieram os saudosos tempos das descobertas. Fomos e foram para continentes Africanos, sul americanos e viram que ali existiam pessoas de outra cor que nao a nossa. Então decidiram que não sendo da mesma cor que nós, deveriamos privar essas pessoas da sua propria liberdade. Então...criaram-se os escravos.Depois foram os politicos que necessitavam de chamar para si toda a sua atençaõ, então...para serem ouvidos, amados e abraçados, encheram-nos com as suas promessas fantasticas e embebedaram-nos com as suas palavras de sonhos e realidades utópicas. Votamos, acreditamos e fomos levados a abdicar do nosso sonho em prol da palavra corrompida e vestida de lobo em pele de cordeiro. Depois decidimos que não bastava apenas termos e sermos donos de um país apenas. Queríamos o mundo. Então..fomos por aí fora numa matança incrivel de conquistas e privações de outros povos á sua liberdade. No meio disto tudo e nestas privações de liberdade, de muitos serem imcompreendidos, ainda há as disputas de amor e amizade. Onde no seguimento de uma linha imposta como que por um chip de computador, interessa seguir os passos do que é melhor a cada um. Na verdade, na luta pela conquista, no desenfreado enredo pelo que desejamos e queremos continuamos a ser uns autênticos animais sedentos de ter e possuir. Continuamos a privar os outros , na ânsia de possuir, de vir a ter; continuamos na luta da privação da liberdade dos outros. Simplesmente porque ninguém na sua grande maioria , não aprendeu de facto e na realidade que ao sermos livres, que ao sermos abertos, estamos de facto a dar a total liberdade a todos os outros, de por um minuto olharem para si mesmo e pensarem: De facto...o que sou eu?
Imcompreendido sim...mas feliz como sou.
quarta-feira, abril 25, 2007
segunda-feira, abril 23, 2007
Aprendam,renovem-se e Lutem!
Faz da tua alma um diamante. Por cada novo golpe uma nova face, para que um dia ela seja toda luminosa.
Bruno
sexta-feira, abril 20, 2007
quinta-feira, abril 19, 2007
terça-feira, abril 17, 2007
Deem Um tiro no Noddy!!

Pois é...EU NAO AGUENTO MAIS O RAIO DO BONECO! È a criançada toda "Noddy para aqui, Noddy para ali". Isto no meu tempo nao havia disto! Onde é que já se viu um boneco todo Jolie e até com carro!! Ainda por cima o raio do boneco tem uma voz toda amaricada! Ou muito me engano ou os putos de hoje serão os gays de amanhã! No meu tempo tal como no vosso....puto que era puto andava com o HE-MAN na mão direita e o SKELATOR na mão esquerda! Mas o que é isto? A toda a hora a passar " Abram alas ao noddy" ...Abram alas sim...para se por a milhas!!
Vai de reto!!! Juro...nao aguento mais! Logo pela manhã no andar de baixo, há um casal que tem dois filhos. Os dois sao putos ( rapazinhos) taditos...vão dar em gays..mas isso nao interessa. O que acontece é que colocam a Tv tao alta que a musica de abertura do Noddy é o meu despertador!!! E eu como já sou passado da carola, mais passado fico!! Mas é necessário fazer um abaixo assinado? A minha menina é fã do noddy, mas tenho a certeza que por ser fã dele ela não vai dar em gay concerteza! Aliás as miudas tem um carinho especial pelos gays!lol. Enfim. Eu já ando enjoado. Não me sinto bem e já á noite em vez de contar carneirinhos já conto: " Um Noddy, dois Noddys, tres noddys" e eu nao posso mais com o raio do boneco! A questão está: Se dermos um tiro no Noddy...ele volta?
Porra...Ponham os miudos a Ver a Vila Faia!
segunda-feira, abril 16, 2007
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